em minha janela.
Primeiro, nasceu do mar.
Depois, passou por teus olhos.
À minha cabeça,
neste suave fim de tarde,
já chegou: mas a meus olhos
ainda não. É preciso
uma janela para abrir
meus olhos à lua, que quase
por um tantinho assim,
não me alcançou...
Bruno Cartuniensis

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