segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Fragmento de Poemas jamais escritos - Zélia Bora

Entorpecida estou por uma espécie de loucura... Eis o meu destino. Acordo no meio da noite e caminho pelo quarto escuro. Tenho sede e a subsitência de minha vida vive dessa memória povoando o meu ser em forma de agonia. De Heloísa para Aberlardo Poemas jamais escritos Zélia Bora pg.34 (2008)

E depois de uma tarde de quem sou eu - Clarice Lispector

E eis depois de uma tarde de "quem sou eu" e de acordar à uma madrugada ainda em desespero - eis que às três horas da madrugada acordei e me encontrei.(...) Calma, alegre, plenitude sem fulminação. Simplesmente eu sou eu. E você é você. É vasto, vai durar. [Eu sei o que faze em seguida, mas por enquanto](...)Olha para mim e me ama. Não:tu olhas para ti e te amas. É o que está certo.