Entorpecida estou por uma espécie de loucura...
Eis o meu destino.
Acordo no meio da noite
e caminho pelo quarto escuro.
Tenho sede e
a subsitência de minha vida
vive dessa memória
povoando o meu ser em forma de agonia.
De Heloísa
para Aberlardo
Poemas jamais escritos
Zélia Bora
pg.34 (2008)
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