Um signo não existe apenas como parte da realidade, ele também reflete e refrata uma outra coisa. Ele pode distorcer essa realidade, ser-lhe fiel, apreende-la de um ponto de vista especifico etc..
Todo signo está sujeito aos critérios de avaliação ideológica. (BAKTHIN, 1990, p. 32)

BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec, 1990.
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