sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O Agrado de John Donne


O Agrado

de John Donne

Traduzido ao Portugues por Jonny Kahleyn Dieb (juhannusproductions.com)

Envie-me uns agrados, para dar vida a minha esperança
E que meus pensamentos atormentados durmam e descancem;
Envie-me um pouco de mel, para adocar minha colméia,
Para que em minhas paixões eu possa ter esperanca.
Eu nao requiro nenhum adorno feito pelas tuas propias mãos,
A tricotar nossos amores numa teia fantástica
De juventude redescoberta, nem um anel para dar satisfacao
Do nosso afeto, que, como é redondo e liso,
Assim, devem ser nossos amores na simplicidade;
Não, nem os corais, agarrrados ao teu pulso,
Atados juntos em congruência,
Para demonstrar a harmonia dos nossos pensamentos;
Não, nem o teu retrato, embora tao gracioso,
E tao desejado, porque é de todos o melhor
Nem prosas, que são tao a bundantes,
Nas escrituras que tens comunicado.
Envie-me nem isso nem aquilo, para dar-me mais vantagem,
Mas jura que tu pensas que eu te amo, e nada mais.
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The Token

by John Donne

Send me some tokens, that my hope may live
Or that my easeless thoughts may sleep and rest ;
Send me some honey, to make sweet my hive,
That in my passions I may hope the best.
I beg nor ribbon wrought with thine own hands,
To knit our loves in the fantastic strain
Of new-touch'd youth ; nor ring to show the stands
Of our affection, that, as that's round and plain,
So shou ld our loves meet in simplicity;
No, nor the corals, which thy wrist enfold,
Laced up together in congruity,
To show our thoughts should rest in the same hold ;
No, nor thy picture, though most gracious,
And most desired, 'cause 'tis like the best
Nor witty lines, which are most copious,
Within the writings which thou hast address'd.
Send me nor this nor that, to increase my score,
But swear thou think'st I love thee, and no more.

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